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O FioDaNavalha

  • PURO ENTUSIASMO!

    É uma sensação de bem-estar contagiante… a convicção por algo…

    Saber que aquilo que fazes ou pretendes fazer te enche a alma, que não existem barreiras para chegar à meta pretendida… saber levar os outros contigo sem os puxar… aqueles momentos em que eles até vão por ti…

    Se estiveres convicto do que fazes, transmites facilmente a tua energia a quem te ouve… ou poderá seguir… e tudo sem arrogância ou prepotência maquiavélica. Porque é tudo tão simples…

    Foto por Trinity Kubassek em Pexels.com

    Não consigo compreender quem faz, seja o que for sem convicção… abracei sempre os meus projetos pessoais, privados e profissionais com muita força, a atenção das pessoas que fui cativando ainda me dava mais motivação para continuar, criei um círculo vicioso de ideias, projetos e pessoas… no qual sempre acreditei… e este acreditar também pode viciar… trouxe entusiasmo…

    O entusiasmo é uma forma de vida em que podes envolver todo o ambiente à tua volta; sendo ao mesmo tempo a semente para os maiores sucessos, sem ele não vais longe acredita…

    Entusiasma-te com tudo o que fazes ou que outros movem à tua volta… dá-lhe os parabéns… mostra que acompanhas também a convicção dos outros de quem te rodeia… e se for o momento agradece… um obrigado dá, a quem te ouve, uma sensação de bem-estar contagiante…

    Foto por Sebastian Voortman em Pexels.com

    A convicção no que fazes ajuda-te também a ser criativo e é o primeiro passo para o sucesso, mas, e também, é o pilar de apoio nos momentos em que os planos não saem como esperado… as expetativas às vezes forjadas por outros motivos pensados banais ou ignorados… faz parte da vida… não são derrotas!

    Encontra motivos que te dão animo, começa aí, …depois define as metas para a tua vida e luta… faz do normal o anormal porque não…, mas luta com convicção… até chegar à luz que procuras…

    O entusiasmo na caminhada vai abrir-te as portas…

  • AJUSTE DE CONTAS…

    Hoje vou vingar-me de tudo o que fizeram comigo… vou pegar na folha, perdida em qualquer parte e denunciar a lista de barbaridades a que fui submetido pelas pessoas que passaram por mim e não voltaram… e aproveitando a oportunidade por aquelas que vão ficando, como observadores, por perto… para não mais voltarem.

    Em criança fazia casas de terra, casas nas árvores, barracas no pinhal, seria a idealização do lar que não tinha? Nunca saberei… não vou culpar ninguém por algo que não conheci e recuar tão longe no tempo pode ser perigoso.

    Foto por Guduru Ajay bhargav em Pexels.com

    É fácil bater no muro das lamentações onde não quero cair; e, para além disso, havia sempre alguém por perto para dar a mão… a inocência das crianças acaba sempre por prevalecer…

    Na juventude entre o crescimento sagrado, rumo a um paraíso qualquer em África ou na América Latina que me prometiam, e a revolta que levou à exaustão física e da mente, fui apontado por tantos outros… que nunca vislumbraram que as metas definem o caminho… no entanto havia sempre amigos à volta, daquelas amizades que os anos não separam.

    A luta que se seguiu foi acima de tudo a afirmação pessoal, com grandes ajudas por perto, numa caminhada eufórica contra o tempo, sentido como perdido. As marcas da inveja por perto não foram mais que umas manchas de sombra nos projetos em que me envolvi… algumas aventuras perigosas outros autênticas barbaridades; numa filosofia deveras eficaz… “matem-se, esfolem-se, mas não me sujem os sapatos com sangue” passei ao lado de lutas de outros, evitando o confronto… olhando por cima.

    Foto por Pixabay em Pexels.com

    Hoje, passados os anos, já não vale a pena pegar na folha e denunciar nada… hoje contas os dias da vida da contagem decrescente… que se quer lenta… porque a áurea positiva é outro alento que nem as maleitas do corpo podem ensombrar.

    Hoje, passadas as histórias, luta-se pela paz interior, porque cá fora está confirmado ser impossível… por isso deixem-se de lutas… de mesquinhices, de hipocrisias… por mim estão todos perdoados… e sejam felizes…

  • PERDAS DE TEMPO…

    Só se perde algo que, ou possuímos ou que trazemos connosco… impossível perder tempo se não há tempo a perder.

    As lutas diárias mostram-nos como é fácil e às vezes até apetecível perder tempo… fugindo do confronto da realidade urbana e profana que nos marca é um instante e lá estamos a perder o tal dito famoso… tempo.

    Foto por Pixabay em Pexels.com

    Perder-se em desvios mesquinhos que encobrem os dias e outras lutas, sem ser pecado julgado, é uma constante no dia-a-dia; as lutas que nos ocupam obrigam-nos também a soltar as amarras de outros compromissos e fugir de tudo… até do tempo.

    Perder-se com coisas, histórias e sonhos daqueles só atingíveis por outros, não sei porquê, é também o tempo que se vai… e depois faz falta para outras lutas mais ligeiras e apetecíveis até; e mesmo que a vida tenha sido uma perca de tempo… será hipocrisia ficar a lamentar essa derrota.

    Foto por Pixabay em Pexels.com

    As escolhas foram feitas no momento sem grande possibilidade de escolha ou de uma comparação distante, mas e se dessas perdas e desvios ficar algo que nos forme ou no mínimo dê alento para outras lutas, valeu a pena a história da fuga, mas se pelo contrário não aprendemos nada… então é melhor ficarmos onde estamos… e perdidos na espera imaginar como seria se tivéssemos mais tempo.

    Facto é… os anos passam, as histórias e momentos de repetidas ocupam o tempo e logo os dias também… e nem fica tempo para gozar com o tempo; sabendo de antemão que somos donos do nosso tempo… e cabe-nos a nós de aproveitar dele e com ele…

  • PALAVRAS SOLTAS…

    Há dias… muitos… em que as palavras não saem… esforças-te até ficar rouco, mas não dá mesmo.

    Na garganta presente o esforço dos dias, de anos, seria razão para formular os textos mais gritantes de uma alma que se quer nua. Mas fica tudo pelo silêncio, calado por outras lutas mais exigentes ou prioritárias talvez… sem pio.

    Foto por Rodrigo Souza em Pexels.com

    A força, reduzida ao tal esforço, fica por aí… porque as lutas não foram merecidas, e das poucas vitórias, em todas ficou sempre um amargo; impossível de apagar marca-te os dias sempre e por todo o lado.

    As palavras soltas caiem por aí, aqui, em frases descabidas que só uma mente muito sã consegue decifrar… entre o sufoco dos dias e a esperança fruto do acreditar… restam momentos esquivos como este, em que a escrita abre os olhos cansados… no papel de um écran…

    Foto por Mikechie Esparagoza em Pexels.com

    E, as palavras perdem-se por aí, nestes dias de expetativa, de espera que vão sendo longos demais… até o cansaço dar origem à desistência e aí, será tarde demais…

    No, entretanto, perdem-se horas, dias e anos numa luta inglória e porque as metas são longas e difíceis… perde-se o tempo na luta também… esboça-se a força de acreditar perde-se o ânimo que moveu montanhas… porque a confirmação dos momentos é deveras evidente…

    No silêncio marcado pela apatia calada, encolhem-se os ombros à violência que passa, aos problemas que caiem por todo o lado… uns mais duros que outros… nem as referências puxam mais… deixaram de o ser…

  • DIAS VAZIOS…

    Sem baladas de embalar acaba a música onde tem que acabar… não vale a pena virar o disco quando do outro lado a repetição é uma constante… nem vale a pena sequer trocar o disco… porque a música é a mesma.

    Sem título definido ou melodia que te embale… fica o dançar só na pista…. abandonado por outras estrelas dançarinas que te mostravam o caminho… outras horas… outras divas, outros ritmos da dança.

    Foto por u4f55 u9896 em Pexels.com

    Hoje já não há força para esses embalos mais ou menos monótonos, mas que criavam expetativa… já não há espaço para sonhos e outras fantasias… morreu a mulher e com ela os sonhos… o sono descansado e relaxante que ficava para a noite, depois de um dia, tudo estava mal porque não podia ser… tudo era mal feito porque não havia espaço para tal postura.

    Cansado de noites vazias e dias sem desvios de outras datas… fica o digerir dos momentos com a força que se arranja… acreditar é o mote para outras lutas… porque não há sonhos, nem lutas nem dias de alma cheia… o desvanecer dos sonhos não dá resposta nenhuma… acreditar não dá força porque outras lutas presentes têm mais força… a noite pinga mágoas o dia enjeita as mágoas com o viver… os dias passam e só a espera te faz companhia….

    Acreditar é cada vez mais difícil… e daí a força para a luta cada vez mais longe… ficam as noites vazias e o esperar que aconteça… não sei o quê…

  • SOBRE PESSOAS FELIZES!

    É obra saber relacionar a tensão provocada pelas exigências de uma vida diária sem perdão, onde a cada segundo há a necessidade de provar algo e o relaxar de um tempo livre adquirido nas pausas dessa mesma labuta.

    O cansaço que se revela nessas alturas pode sufocar sobre a forma de frustração, toda a felicidade sentida; e é aí que a pessoa inteligente, sabida, tem que se impor colocando o sorriso e outros valores que o trazem com ele, acima da vulgaridade do dia-a-dia.

    Foto por Leeloo Thefirst em Pexels.com

    Certo que não passa despercebida essa forma de estar e ser, certo que a positividade na vida dá lugar à tal distância dos problemas que se quer… estão presentes, mas pouco notados porque não fazem falta nenhuma.

    As pessoas felizes fazem a espargata entre o querer e a capacidade de fazer, têm limites que faltam por vezes aos olhos dos outros… gozam com a vida e fazem por ela… levam o dia-a-dia com um sorriso.

    Esse mesmo sorriso fruto da expressão positiva do corpo e espírito alimenta também a criatividade e irradia nas pessoas à volta, com quem partilha as suas coisas e se não perceberem a mensagem da alma é por culpa própria.

    Foto por Quang Nguyen Vinh em Pexels.com

    A tentação sempre presente é de desvios e devaneios, evitar as lutas, os confrontos, passar ao lado de problemas maiores, esquivar-se às dores da alma, num contorno veloz evitar o confronto mesmo com um sorriso às vezes.

    O limite da felicidade está em cada pessoa, e só a própria pessoa sabe o que e quanto necessita para ser feliz, não há medida, mas certo é que as pessoas felizes vivem mais tempo…

  • CAMINHOS DA FELICIDADE…

    Andam por aí, por onde passas mais ou menos distraído, os caminhos da felicidade são as escolhas que fazes e das quais só tu és responsável.

    Opções de vida num tempo qualquer te conduzem a metas procuradas mais ou menos conseguidas, confundindo vitórias com felicidade, em ambiente de bem-estar muitas vezes disfarçado.

    O sufoco de momentos perdidos e que não voltam, abafa também outras escolhas possíveis deixando para trás dias e dias perdidos, num tempo que não volta e o relógio não para, e apertos no peito… e o teu querer…

    Os sinais que vais encontrando estrada fora, na caminhada da vida, vão-te mostrando outras formas de ser e estar em escolhas que poderiam ter sido tuas também… as opções noutro tempo, levaram-te noutra direção.

    Os caminhos da felicidade são dados é a ti de os procurar… e não faças o erro de os evitar ou recusar… se tiveres que subir montes e descer vales vai por lá, demora o tempo que for preciso… a fadiga não te vai parar…

  • ACREDITAR!

    Acredito nas pessoas, mesmo depois de tantas desilusões e amarguras, causadas por essa forma de confiança… ainda hoje dou comigo a pensar como foi possível causar tanta dor… não vejo, nas pessoas, a maldade predestinada…

    Só quando a sinto na pele é que sei que existe… reconheço que é uma forma ingénua de ir à luta diariamente…

    Acredito naquilo que faço seja onde e como… e é essa confiança que me move desde há muitos anos numa luta infinita, por vezes inglória é certo, em projetos que me enchem os dias; mas acima de tudo que me satisfazem plenamente… e que sempre vejo de forma positiva… 

    “Positivo” e “Acreditar” duas palavras tão próximas e interligadas que se encaixam também numa forma de vida… a que me move.

    Gostaria de acreditar que pessoas e deuses acima de nós, se é que existe um acima?  Se é que há deuses? Olham por nós e pelo bem-estar dos nossos… que dão o melhor de si… as guerras não podem ser um castigo vindo de cima… 

    Não acredito…

  • MOVER MOÍNHOS…

    Rita passou ao lado… embriagada por promessas e sonhos de vida, mais ou menos confortantes… casou, teve filhos e casas… 

    Andou por aí cumprindo e satisfazendo desejos, vivendo a vida que se esperava, adormecida nos sonhos da felicidade de contratos que se querem assinados… que os outros esperam, vêm e sentem…

    Abel passou ao lado… embriagado por sonhos e metas da vida, mais ou menos prometedoras… foi lutando sem destino… numa luta de afirmação que nem os deuses compreendem… devem estar loucos os deuses… também casou, mas não teve filhos nem casas…

    Andou por aí cumprindo desejos e visões, vivendo a vida que definia que esperava, adormecido pelas batalhas de tantas lutas inglórias… cumprindo na regra o princípio básico do narcisismo… sou eu e eu e mais eu… para além do eu só mesmo eu…

    No passar dos anos outros encontros foram acontecendo furtivos e esporádicos, à janela, sem agenda no início, para passarem, pouco tempo passado a ser compromissos onde se recuperavam velhas memórias. 

    Ficaram por aí as memórias de outras vidas, de outros dias… os tempos passam, as experiências vão deixando marcas e no fim só há histórias de memórias irrecuperáveis… se calhar ainda bem que a realidade é assim… só que o confronto com ela não é sempre fácil de aceitar… 

    Depois há gritos de desespero que ecoam numa noite qualquer… uma voz carregada de dor e lágrimas que se aproxima… sem querer incomodar… que vem roubar o espaço e tempo… que lhe é oferecido… poderosa!

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