Vão ficando por aí nos corpos, nas paredes do dia-a-dia e noutros muros de lamentações ou não, as perguntas e respostas que ficaram caladas no tempo.
As perguntas bem, essas foram surgindo com muitos porquês à mistura, mas desvanecidas num mundo que não aceita questões, diluíram-se nos dias! Evitadas no diálogo, as perguntas perderam-se nos calendários das tipografias e noutros feitos por quem procura argumentos.
As respostas, essas até aparecem sem questões e dilemas pelo meio, no digerir da realidade as respostas formam-se por elas próprias e dão azo a resultados mais ou menos esperados, inquestionáveis… sem necessidade de perguntas.
É realmente uma realidade diferente e sem cabimento noutro universo de porquês… aceitar a realidade dos dias que nos acompanham é também entrar na luta e ao mesmo responder a perguntas que se dispensam.
É assim o universo das perguntas e respostas… e dos porquês também…
